António Daum, Notícias, Lourenço Marques, 1974.
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O silêncio da palavra, o gozo de a manobrar como elemento perturbador [...] Mas Sílaba a Sílaba é algo mais que a redundância de certos abismos fantasmáticos ou angústias precoces que julgamos apenas próprias de um início. E aqui poderemos falar de intenções exactas.