Lourenço de Carvalho, rev. Tempo, Lourenço Marques, 1974.
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Deixando para trás as inocências enganadoras e revelando-nos uma linguagem de inspiração temporal, o poeta dá-nos notícia de dias em ruína [...] dá-nos já num livro de estreia uma lição de rigor [...] para um recorte de leitura dramática, sem cair apenas num jogo fácil de palavras.