Miguel Serras Pereira, Jornal de Letras, Lisboa, 1984.
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Embora de vez em quando alguns possam tropeçar nas «irregularidades» de certos versos destes Olhos Calcinados, as reservas cedem perante poemas em que o estado do mundo se volve uma espécie de emoção impessoal e purificada, de onde uma nova lucidez parece libertar-se.