E.M. de Melo e Castro, Diário de Lisboa, Lisboa, 1986. Cf. Voos da Fénix Crítica, Lisboa: Cosmos, 1995.
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Mas essa dessatisfação, que é uma coordenada existencial, tende a transformar-se em característica textual da poesia que nos últimos dez anos se vem afirmando. Assim ela surge condicionada e contaminada por valores escriturais contraditórios, como por exemplo quando Eduardo Pitta apela para a escrita da desordem [...] mas de facto se serve de uma ordenada e sossegada organização escritural e imagística.